Três Palpites para uma Vida Mais Calma (Sem Fórmula Mágica)

conclusão do artigo corpo em movimento


O mundo está cheio de promessas barulhentas: “transforme sua vida em 30 dias”, “seja uma pessoa extraordinária com este método revolucionário”. E no final, a gente se sente mais pesada ainda, carregando o fardo de não conseguir cumprir mais essa missão.

Da minha varanda, observo que a busca por uma vida mais calma tem sido tudo, menos calma. E proponho um caminho diferente: o da simplicidade consciente.

3 Pilares Para uma Vida mais Calma

  1. Desapegar-se dos Padrões Impossíveis (A Beleza do “Está Bom o Suficiente”):  A sociedade nos vende um ideal de perfeição inalcançável, a ideia de que o normal deve ser o extraordinário. Porém, a simplicidade prática nos ensina o valor do “tá bão”. “Ok, isso é suficiente”. E isso não é tem nada a ver com ser medíocre, mas sobre saber que alguns dias a casa vai estar um pouco bagunçada; que podemos ser felizes mesmo solteiras e acima do peso; que a janta vai ser um sanduíche, e você vai estar cansada muitas vezes. E tatu do bem. A calmaria começa quando trocamos a ânsia da perfeição pela gratidão da suficiência. Desapegar-se de padrões massacrantes é um ótimo remédio para a alma.
  2. Micro-hábitos de Autocuidado (Que Cabem numa Vida Real): Você não precisa de uma hora de meditação diária e 40 passos de skincare para se cuidar. Não precisa viver numa bolha para não se contaminar com germes. Talvez um gole de café quente em silêncio, cinco minutos olhando pela janela, uma música que agrada a alma no trânsito sejam suficientes. Sabe aquelas pequenas pausas estratégicas que reconectam você com sua paz interna? São coisas simples, autocuidados que não vendem revista, mas que podem sustentar a vida real, corrida, cheia de contragostos. Pequenas coisas que nos ajudam a distrair do estresse diário.
  3. Permissão para Ser Tão Somente Humana (Com Dias Bons e Dias Ruins): A gente acha que precisa ser um exemplo de força e equilíbrio 100% do tempo. A verdadeira clama vem de se permitir ter dias ruins, de ficar, sim, meio deprê. De chorar quando precisar e dizer “hoje eu não estou bem”: de cancelar um compromisso para descansar, ou simplesmente porque você não está a fim de ir. Aceitar nossas limitações, nossas indisposições, sem nos punir por isso. É claro que nada disso significa se acomodar no egoísmo, mas sim, saber que sua calma é de grande valor para o mundo atual. Estamos cada vez mais precisados disso.

Uma metáfora e um papo de varanda


Sabe… podemos comparar alguns aspectos da nossa vida com o hábito de beber café.

Pois assim como coamos o café para separar o pó da bebida que nos energiza, podemos pensar em “coar” também a nossa vida. Sim, identificar o que é essencial, nutritivo e suficiente (por exemplo, os relacionamentos genuínos, as atividades que nos preenchem). E deixar de lado as impurezas, que só nos entulham (como as comparações, as cobranças desnecessárias, a necessidade de controle).

Aproveitamos o líquido, o leve. E nos “desfazemos” daquilo que traz peso.

Conclusão: uma vida mais calma


A calma, no fundo, é uma parente próxima da simplicidade e da aceitação. E é muito difícil se sentir calma quando se luta contra a própria natureza.

No meu ebook “Pai que Ama e Aceita o Filho”, conto a história de um crocodilo que aprende essa lição de forma singela. É uma fábula sobre encontrar paz buscando uma vida que se encaixa em sua verdadeira natureza. 

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Que consigamos ser pessoas mais calmas, pois isso significa uma grande força interior. Bora treinar um tiquim.

No mais, desejo-lhe sucesso, saúde e serenidade.

Cíntia Amorim.

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